quinta-feira, 5 de maio de 2011

A Eros - Hino Órfico



Ao amor
Invoco o grande, o puro, o terno e grandioso Amor,
O deus alado, arqueiro, ágil, vivo e ardente
Que brinca com os deuses e com os mortais,
Deus múltiplo e astuto, detentor das chaves deste mundo,
Do céu etéreo, do mar, da terra, de todos os sopros
Nutrientes com que a deusa verdejante cumula os homens
E das chaves do vasto Tártaro e do Oceano ruidoso
Pois só tu tens nas mãos o timão de todas as coisas
Ó bem-aventurado, insufla nos mistas santos arrebatamentos
E afasta para bem longe deles os desejos aberrantes.
(Hino Órfico LVIII – A Eros)
«Tolera-me aqui, Júpiter, e mais tarde Hermes me guiará
Suavemente passando pela pirâmide, para baixo até ao Orco.»

Goethe
«Podemos designar o espírito e a alma como os centros centrífugo e centrípeto, respectivamente, das energias espirituais. Quando em perfeita harmonia, ambas as forças produzem um resultado. Interrompei ou dificultai o movimento centrípeto da alma terrena dirigindo-se para o centro que o atrai; detende o seu progresso obstruindo-o com um peso de matéria maior do que o que ele pode suportar, e a harmonia do conjunto, que é a sua vida, será destruída.»

H. P. Blavatsky
in "Ísis sem Véu"

quarta-feira, 4 de maio de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

«A natureza (no homem) deve torna-se um composto de Espírito e Matéria antes que se torne o que ele é, e o Espírito latente na Matéria deve ser despertado gradualmente à vida consciente. A Mônada tem de passar por suas formas mineral, vegetal e animal para que a Luz do Logos passe a brilhar no homem animal. Portanto, até então, ele não pode ser mencionado como "homem", mas tem de ser encarado como simples Mônada aprisionada em formas sempre em mutação.»

H. P Blavatsky
in "Doutrina Secreta"

Beltane