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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Lughnasad
«[...] é chegado o Lughnasad, no dia 1 de Agosto, que assinala o início do período das colheitas. O feno já foi colhido e é chegada a altura de ceifar o trigo e o centeio. Antigamente, esta era uma época de reunião, de concursos, jogos e casamentos. Os casamentos celebrados nesta altura poderiam ser anulados um ano depois, novamente por altura desta festa, o que permitia ao casal dispor de um "período experimental" adequado. Nalguns locais, uma roda em chamas era atirada por um monte abaixo, simbolizando a descida do ano em direcção ao Inverno e, nalgumas cerimónias druídicas actuais, é passada uma roda de mão em mão, que simboliza o passar do ano. [...]»
Philip Carr-Gomm
in "Os Mistérios dos Druidas"
terça-feira, 21 de junho de 2011
Alban Hefin - Phillip Carr-Gomm
«E eis-nos chegados à altura do solstício de Verão, Alban Hefin ("Luz da Costa"), a 21 ou 22 de Junho (as datas de cada uma das festas solares variam de ano para ano, dado que os acontecimentos que lhes dão origem são de carácter astral e não fabricados pela mão humana, ao contrário do que acontece com o nosso calendário). É a altura do dia mais longo quando a luz aparece na sua máxima força, e também aquela em que os druidas realizam a sua cerimónia mais complexa. Começando à meia-noite do dia do solstício, é feita uma vigília ao longo de toda a noite, com os participantes sentados em redor da fogueira do solstício. A noite desvanece-se dentro de poucas horas e, quando a primeira luz aparece, a cerimónia da madrugada assinala o momento do nascer do sol no seu dia mais poderoso. [...]»
Philip Carr-Gomm
in "Os Mistérios dos Druidas"
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Melro - Druid Dhubh
«Um dos nomes gaélicos para melro, Druid Dhubh, significa o Druida Negro. Druid Dhubh é um pássaro que canta belíssima e melodiosamente ao crepúsculo e mesmo mais tarde. O crepúsculo é uma altura tremeluzente - um momento de transição entre uma realidade e a outra. Estes momentos intermediários consideram-se especialmente significantes na tradição druídica. O melro canta-nos à medida que o mundo muda à nossa volta - à medida que a luz do dia, a consciência e o mundo concreto dão lugar à lua do Inconsciente, do Outro Mundo.»
Phillip e Stephanie Carr-Gomm in "Oráculo Animal dos Druidas"
A Tradição do Melro
Dia de Maio, bela estação,
Momento perfeito do ano,
O poema do Melro é a canção
Ao primeiro raio de sol ameno
Irlandês, séc. IX
segunda-feira, 2 de maio de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
"As árvores, em particular, eram misteriosas, e pareciam-me ser corporizações directas do sentido da vida. Por essa razão, os bosques eram os locais que eu sentia estarem mais próximos do seu significado mais profundo e das suas obras inspiradoras de espanto."
Carl Gustav Jung
in "Memories, Dreams, Reflections"
domingo, 20 de março de 2011
Alban Eilir
"(...) Chegamos ao equinócio de Primavera, em que o dia e a noite duram o mesmo tempo e no qual a força da luz aumenta diariamente. Situado no centro das três festas primaveris, o Alban Eilir ("Luz da Terra") assinala os sinais mais reconhecíveis daquela estação do ano, nomeadamente, o aparecimento das flores e o início das sementeiras com mais tempo a elas dedicado. Como ponto de desenvolvimento psicológico das nossas vidas, assinala o período final da infância (cujo início corresponde ao Imbolc, digamos que mais ou menos até aos sete anos de idade). Estamos na Primavera das nossas vidas, e as sementes que plantámos nas alturas da nossa infância do Imbolc e Alban Eilir irão, idealmente, florir a partir do tempo da adolescência do Beltane como capacidades e poderes que nos ajudarão a viver as nossas vidas com arte e sucesso."
Philip Carr-Gomm
in "Mistério dos Druidas - Sabedoria Antiga para o Século XXI"
Philip Carr-Gomm
in "Mistério dos Druidas - Sabedoria Antiga para o Século XXI"
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Notas sobre a Origem do Druidismo por Lewis Spence
"(...) o druidismo não era uma religião de origem celta, mas sim ibérica. Os Iberos, que parecem tê-la instituído (...), eram descendentes directos dos Azilenses, uma das vagas de imigrantes atlantes, pelo que parece mais do que provável que o druidismo fosse a última fase de uma religião atlante importada. Sabemos que também era praticado em Espanha e nas Ilhas Canárias, os últimos vestígios territoriais da Atlântida.
A doutrina druídica de Abred, que alude ao mais interior dos três círculos concêntricos que representavam a totalidade do ser na cosmogonia druídica, tem sido entendida por algumas autoridades como uma referência à doutrina pitagórica, mas na realidade é muito diferente dessa doutrina. Os druidas acreditavam que existia um Elísio no Oeste, o que aponta mais uma vez para uma origem atlante e não grega da sua fé.
O relato de Platão parece conter uma memória muito clara da invasão azilense ou proto-ibérica da Europa, a partir do território atlântico. Ele diz-nos que os Atlantes já tinham possessões na Europa antes da invasão e da catástrofe e os factos da arqueologia parecem confirmar o seu testemunho."
Lewis Spence
in "História da Atlântida"
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
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