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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

segunda-feira, 19 de setembro de 2011



«Os egípcios não ignoravam a unidade da divindade, que está em todas as coisas, e que, ao se difundir e se comunicar de inúmeros modos, tem inúmeros nomes, e é buscada de inúmeros modos e por inúmeras razões, apropriadas e adequadas para cada um dos nomes, ao passo que é adorada e honrada por inúmeros ritos... Eis porque nisso se requer sabedoria, juízo e aquela arte, indústria e uso da luz intelectual, que umas vezes é menor e, outras vezes, mais abundante, revelada a nós pelo sol inteligível; sendo tal hábito chamado magia...
Os idólatras insensatos e tolos não tinham nenhuma razão para rir do culto mágico e divino dos Egípcios, que contemplava a divindade em todas as coisas... e sabiam, graças às espécies no seio da natureza, como receber esses benefícios que dela desejavam... cujas (espécies), como ideias diversas, eram diversas divindades na natureza, centradas na única Deidade das deidades, e fonte das ideias acima da natureza.»

Giordano Bruno

sábado, 25 de junho de 2011



«Desejo que o mundo usufrua dos gloriosos frutos do meu trabalho, desejo despertar a alma e abrir o espírito dos que vivem privados dessa luz que, seguramente, não é invenção minha. Se estiver errado, não creio que o faça deliberadamente. E, ao falar e escrever deste modo, não sou impelido pelo desejo de sair vitorioso, pois que reconheço qualquer tipo de fama e conquista como inimigos de Deus, vãs e sem qualquer honra, se não forem verdadeiras; mas, por amor à sabedoria autêntica e num esforço para reflectir com justeza, fatigo-me, sofro, atormento-me.»

Giordano Bruno

sexta-feira, 24 de junho de 2011



"Todo o amor deriva do acto de ver: o amor inteligível do acto de ver inteligivelmente; o sensível do acto de ver sensivelmente."

Giordano Bruno
in
"De gli Heroici Furori"